quarta-feira, 11 de julho de 2012

Tortura na Hidrelétrica de Jirau é repudiada em Brasília

Tortura na Hidrelétrica de Jirau é repudiada em Brasília Deputado alerta que o governo “não pode lavar a mão como Pilatos” para os problemas das hidrelétricas. More Sharing ServicesCompartilhe | Share on facebook Share on myspace Share on google Share on twitter Share on orkut Share on email O deputado Padre Ton disse hoje (11) pela manhã à Rádio Câmara, durante entrevista ao Programa “Manhã no Parlamento”, que o governo federal não pode “lavar as mãos como Pilatos” no caso dos renitentes conflitos envolvendo trabalhadores e empreiteiras que constroem as usinas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira, em Rondônia, e que por causa disso pode sofrer retaliações por descumprimento de resoluções da Organização Internacional do Trabalho, OIT. Convidado pelos apresentadores Lincon Macário e Danielle Popov a falar sobre a mais recente denúncia, o caso do operário Raimundo Braga, de 22 anos, que denunciou tortura durante cerca de 4 horas no alojamento feminino de Jirau e prisão ilegal durante 54 dias no Pandinha, o deputado Padre Ton disse que embora o governo não seja construtor das usinas “ele precisa estar presente, não apenas com o uso da Força Nacional, porque o dinheiro é publico, do BNDES, e a decisão de construir as obras, através do PAC, também é do governo”. O deputado compreende que é necessário “mudar o modelo de construção e execução dos grandes empreendimentos hidrelétricos” para que se possa respeitar as etapas de recrutamento, manutenção e dispensa dos trabalhadores, garantindo seus direitos, “o que não ocorre na mesma rapidez que o direito dos construtores”, e o direito da sociedade ser devidamente compensada pelos impactos das obras com igual rapidez com que as empresas executam os empreendimentos. Padre Ton registra que a Amazônia, por ser a “grande fonte de minério e de energia” precisa de atenção redobrada e estar no cerne da mudança do modelo, que na opinião dele pouco se diferencia da época da ditadura, lembrando da usina de Tucuruí, que não promoveu inclusão social. O deputado disse que desde a primeira greve tem feito interlocução com o governo federal para levar reivindicações do Movimento dos Atingidos por Barragem, dos operários das hidrelétricas de Rondônia e de outros segmentos, mas os “problemas continuam”, apesar do governo federal ter criado um grupo de trabalho para acompanhar os acontecimentos e evitar violação de direitos trabalhistas. “Agora a declaração desse jovem veio como uma bomba, e o governo tem de responder concretamente a isso. E o estado de Rondônia também tem de responder concretamente. É a oportunidade de fazer mudança”, diz o deputado, lembrando que a denúncia de Raimundo atinge a Força Nacional de Segurança (federal) e Polícia Militar (estadual). A Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), da qual é segundo vice-presidente, e a CPI do Tráfico de Pessoas, presidida pelo deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), iniciaram investigações sobre o caso. Padre Ton lembrou que esteve em março em diligência nas usinas, com o presidente da CDHM, deputado Domingos Dutra (PT-MA), e constatou a existência de alojamentos precários e recebeu muitas reclamações dos operários acerca de seus direitos trabalhistas. O relatório da diligência fez diversas recomendações e sugestões ao governo federal, contemplando também propostas de cunho legislativo. Pedido de informações e sugestões foram encaminhadas para o BNDE, Justiça Federal, Justiça do Trabalho e outros órgãos. Para a CDHM o governo está exagerando no contingente da Força Nacional na região. São mais de 130 homens em Jirau e Santo Antônio, oferecendo “muita proteção para os construtores e não para os trabalhadores”. Ainda sobre o recrutamento de mão de obra mediante “gatos” (agenciadores de trabalhadores que ganham para isso), caso do operário natural do Piauí, o deputado disse que se o Brasil não estancar isso e “não punir empresas que se sentem livres para fazer esse trabalho sujo na sexta economia do mundo”, sofrerá sanções da OIT e de outras convenções internacionais. http://www.tudorondonia.com/noticias/tortura-na-hidreletrica-de-jirau-e-repudiada-em-brasilia,29977.shtml

terça-feira, 15 de maio de 2012

Convite Missa de Sétimo Dia


Saudade: Convite Missa de Sétimo dia de falecimento de Arnóbio Belarmino de Souza


Os familiares “de Arnóbio Belarmino de Souza” convidam a todos os amigos e parentes para a Missa de Sétimo dia do seu falecimento, que será realizada nesta sexta feira 18/05/2012 às 19h30min na Paróquia São José Operário:
Av. Campos Sales, 4777 – Conceição, Porto Velho/RO
Desde já agradece a quem comparecer a este ato de fé e solidariedade cristã.

terça-feira, 15 de maio de 2012
PARTIU PARA O CÉU MEU PAI E AMIGO




Há última postagem que fiz no Blog foi na última sexta-feira dia 11 de maio de 2012.

De 10 a 12 de maio estive participando do Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral, no centro de convenções no Recife-PE.
13h00min do sábado dia 12 de maio de 2012 tive a notícia que meu pai e amigo ARNÓBIO BELARMINO DE SOUSA estava internado e que o estado de saúde era complicado.

As 19h30min tive a noticia de que o mesmo tinha falecido as 18h50min, neste momento eu estava em João Pessoal retornando a Princesa Isabel, pois, tinha passado por lá para buscar minha esposa que estava me aguardando para vir a Princesa.

Somente agora, consegui dizer a todos que seguem e leem o nosso blog o motivo da ausência de postagens.

Perdi meu pai, perdi um amigo, que como disse meu irmão Antonio Belarmino tinha uma frase que definia sua maneira de viver, o qual, definia suas amizades da seguinte forma: “não tenho amigos; tenho colegas”, talvez prevendo o mundo selvagem que vivenciamos hoje, no qual, os valores éticos, morais fraternos são superados pela ganância material.

Meu pai era homem simples de pouca leitura, apenas sabia assinar o nome, mas sempre teve no trabalho o seu diferencial e a base para a construção e respeito de todos que o cercavam. Foi assim desde os primeiros anos até os últimos dias de sua vida.

Trabalhador braçal não se intimidava com obstáculos nem para ele havia peso ou limites, os limites era o que o seu corpo suportava; não tinha medo nem vergonha do que fazia, sempre dizia que da mesma forma que o doutor era importante para a sociedade, o trabalho dele como agricultor e trabalhado braçal também era. Mais do que ninguém fez cumprir a máxima de que “O TRABALHO DIGINIFICA O HOMEM”.

Teve no trabalho o aprendizado e inteligência para criação e educação dos seus filhos, juntamente com minha mãe Carlinda Marçal de Sousa, falecida em 15 de setembro de 2010, construiu a nossa educação e formação como pessoa e cidadãos.

A Faculdade, a mim concedeu o diploma de Bacharel em Direito, Especialista em Direito Processual Civil e Direito Administrativo e Gestão Pública; mas o DIPLOMA DE CIDADÃO, os PRINCÍPIOS MORAIS E ÉTICOS foram CERTIFICADOS E DIPLOMADOS por meu ETERNO PAI E AMIGO ARNÓBIO BELARMINO DE SOUSA.

São esses valores e seus ensinamentos que irão nos ajudar a superar a dor da perca, pois, temos certeza que a sua conduta e a sua forma de agir o credenciou para HOJE JUNTAMENTE COM SUA ESPOSA E COMPANHEIRA ESTEJAM OS DOIS AO LADO DO PAI CELESTIAL.

VAI COM DEUS PAI E ESTEJA SEMPRE AO LADO DELE.
Aos nossos leitores nossos agradecimentos pela compreensão e a todos os amigos que com palavras e gestos dividem conosco parte da dor da perca.

LUTO NA FAMILIA BELARMINO

Faleceu às 18h40min.dia 12/05/2012 , Em Princesa Isabel/PB meu pai, Arnobio Belarmino de Sousa com seus 83 anos de vida meu maior professor e amigo. Seus ensinamentos foram muitos, mais um marcou mais, quando ele dizia não tenho um amigo tenho colega, e ao passar do tempo ele tinha razão porque foi meu grande amigo, aquele que deu a mão quando precisei e não esperou o retorno, porque o ato de compartilhar já o satisfazia. É impossível te Esquecer. Sabe Por quê? Por que você é parte essencial na minha vida. Belarmino